Lei Geral de Proteção de Dados e 5 dicas para os profissionais de Marketing

Lei Geral de Proteção de Dados e 5 dicas para os profissionais de Marketing

5 dicas para os profissionais de Marketing

Listamos 5 dicas para  profissionais de marketing colocar em ação pra já.

Nosso objetivo é somente informar – não realizamos consultoria jurídica ou nos responsabilizamos por medidas adotadas por terceiros em relação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Com poucos meses para a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrar em vigor, o cenário atual brasileiro é incerto. Fato que em grande parte ocorre devido à ausência da Instituição da Autoridade Nacional da Proteção de Dados (ANDP), órgão que terá a função de regular as atividades referente ao uso dos dados pessoais, tanto no setor privado quanto no público.

Com a ausência desse órgão no processo de adaptação, a maioria das empresas está tomando como referência em diretrizes europeias e para o marketing nada muda: os profissionais possuem inúmeras iniciáticas e mudanças pela frente.

Iniciativas como essa são essenciais: adaptação de Landing Pages e formulários para obtenção de dados, anúncios patrocinados e Email Marketing.

Como adequar o Marketing à Lei Geral de Proteção de Dados

A base de Leads precisa ser conforme a Lei

Sua empresa possuir autorização para utilizar os dados pessoais dos Leads que possui em sua lista? É responsabilidade de todos os profissionais da equipe de marketing compreender quais as leis e as bases da LGPD. Ou seja, conhecer quais as possibilidades previstas em lei que permitem que as informações sejam manipuladas por uma organização.

Quando falamos em manipulação, pode ser qualquer operação como:

  • Captação;
  • Acesso;
  • Uso;
  • Armazenamento;
  • Reprodução;
  • Comunicação, etc.

Duas, das dez bases legais que autorizam a manipulação de dados, em especial se destacam para atividades de marketing: o consentimento e legítimo interesse. Uma das perguntas que mais são feitas é: qual dessas duas bases legais devo usar para minhas estratégias de marketing? A resposta é: depende.

E é importante compreender a diferença entre elas e como utilizá-las.

Repense a utilização de Outbound Marketing

Entramos em um cenário delicado, uma vez que algumas práticas de Outbound Marketing tem a tendência de cair em desuso ou necessitar de mais cuidado.

O Outbound Marketing pode ser caracterizado como uma estratégia tradicional onde a marca é ativa no processo de captação de cliente. Em contrapartida, o Inbound Marketing consiste nas estratégias de prospecção passiva. Ou seja, enquanto o outboun marketing concentra na identificação de potenciais clientes e começa a abordá-los, o Inbound Marketing você desenvolve métodos de atração de potenciais clientes.

Ação muito realizada por empresas atualmente é a compra de lista de contatos de empresas conhecidas como “data brokers’. Empresas que juntam e vendem informações de consumidores na internet.

Data brokers

Eles não utilizam apenas dados crus para atingir consumidores, mas também para aqueles chamados de derivados, que são deduções feitas a partir da combinação de dados crus.

Entretanto, o modelo de obtenção de Leads a partir de listas de compras com os “data brokers” vão de contra com a LGPD. A prática não acata ao princípio de finalidade específica da manipulação de dados ou a necessidade do consentimento espontâneo, informado e característico do dono dos dados.

Dessa forma, faça parcerias somente com fornecedores que garantem a legalidade de listas de contatos que realmente optaram por receber informações de marketing. Uma solução óbvia, porém, que requer cuidados: Com o funcionamento da LGPD, se efetuar a compra de uma lista sem permissão, o problema passa a ser do fornecedor e do comprador.

É fundamental enfatizar que as regras não se aplicam em base de dados B2B. Como a LGPD trata especificamente sobre dados especiais, os corporativos, dados empresariais genéricos não são regulamentados pela lei.

Atenção aos cookies

Os “Cookies” são identificadores que podem ser criados ou coletados a partir do dispositivo ou navegador utilizado, com o intuito de disponibilizar uma página para você acessar ou ainda identificar o seu perfil de navegação.

Em síntese, os cookies podem ser utilizados para diversos fins, como gerar estatísticas, mesurar audiência da página, monitoramento, etc.

Os cookies podem ser considerados dados pessoais? Os dados são informações referentes a uma pessoa natural que pode torná-la identificada.

Assim, é fundamental entender duas coisas: tanto a LGPD quanto a GDPR seguiram um plano de interpretação de dados pessoais muito além do que já foi visto, chamada de teoria expansionista.

Teoria expansionista

Conforme essa teoria, dados pessoais são um conjunto de informações quando agrupados pode caracterizar e individualizar alguém. Exemplo: um cookie, mediante dados de navegação permite deduzir perfis comportamentais de seus usuários, que quando associados a dados mais importantes, como um CPF, pode realizar a identificação do indivíduo.

Assim sendo, o termo “identificável” é utilizado para definir dados pessoais e não apenas “identificada”.

Como utilizar os cookies conforme as bases legais?

Tanto no GDPR quanto na LGPD, possuem a necessidade de utilizar uma base legal para o tratamento de dados. A ePrivacy Directive apenas associa os cookies à base do consentimento legal – e abre exceção da utilização desse ponto de vista para os cookies necessários para a navegação ou uso da solução. De resto, é preciso consentimento.

Facilidade de cancelamento

Você já sentiu dificuldades para cancelar uma assinatura ouse desinscrever de uma lista de e-mails? Botões nada intuitivos ou escondidos e processor ineficazes são ações comuns com o intuito de dificultar a saída de um lead. E isso não deverá mais acontecer.

Ao fornecer algum serviço, diga aos usuários que eles podem cancelá-lo a qualquer momento. A partir da Lei Geral de Proteção de Dados, retirar o consentimento deve ser tão fácil quanto contratá-lo.

Organização de Leads e automações

A  LGPD vai inviabilizar a criação de perfis e decisões automatizadas? Não. Todavia, gerar segmentações conforme as características de perfil de cada leads é algo que deverá respeitar alguns limites, especialmente em casos de práticas discriminatórias ou invasivas.

Nas estratégias de marketing, certas práticas podem impactar negativamente perante a lei, a depender de fatores como:

  • A entrada não permitida na criação de perfis;
  • As expectativas e desejos dos indivíduos envolvidos;
  • A vulnerabilidade do titular das informações;
  • A forma de comunicação do marketing;

Podemos exemplificar com dois casos sobre a variação de preços de um serviço ou produto:

  • No primeiro caso, uma empresa a efetuar uma análise de crédito e verificar que o consumidor passa por dificuldades financeiras, passa a oferecer empréstimos a juros altos incentivando-o a gerar mais dívidas. Nesse caso, a decisão automatizada que resulta em juros, pode ter efeito significativo e ser caracterizada como prática discriminatória.
  • No segundo caso, uma empresa oferece descontos a seus clientes mais valiosos. Esta prática de início, não produz efeito significativo ou legal, por não infringir os direitos do titular dos dados.

Nos dois casos há a variação de valores de serviços ou produtos, porém a classificação da decisão quanto aos seus efeitos depende de uma análise de contexto das práticas.

Próximos passos com o LGPD

Por último, porém não menos importante: compreenda bem seu o cenário com a LGPD, ele é somente seu. Cada negócio possui realidades e necessidades específicas para se adequar à lei. Portanto, buscar aconselhamento profissional é fundamental para um processo bem-sucedido de adequação.

Conheça sobre as fases do ciclo da DevOps e suas funções

Conheça sobre as fases do ciclo da DevOps e suas funções

A DevOps possui 5 fases em seu ciclo de vida, cada uma com funções bem definidas. Saiba quais são essas fases e suas funcionalidades. Continue a leitura do artigo e descubra!

Como já sabemos, o DevOps está diretamente ligado à cultura ágil de maneira geral. Dessa forma, o sucesso da jornada e suas estratégias dependem de um ciclo de atividades que devem ser realizadas em um espaço curto de tempo para que o Desenvolvimento Operacional e a cultura ágil sejam instalados com sucesso – e aí entra o DevOps e seus ciclos.

Desenvolvimento

O Desenvolvimento é considerada a primeira fase do ciclo de vida do DevOps. Etapa que se refere ao planejamento e codificação do sistema.

O que significa que, antes do início dos trabalhos, é fundamental planejar cada ação, estabelecimento de metas e padrões de qualidade, esclarecer processos e gerar o escopo do projeto. Após essas definições, os desenvolvedores começam a colocar em prática as ideias que tiveram e dão início ao desenvolvimento dos códigos necessários para a concretização do projeto.

O desenvolvimento desse projeto é realizado com ou sem o DevOps, porém quando se implementa na empresa é preciso tomar alguns cuidados. A princípio, o desenvolvimento deve ocorrer de forma contínua, o que significa que não há interrupções para realização de testes ou captação de feedbacks.

Outro fato a ser observado, é garantir que ferramentas de controle do software sejam utilizadas durante o desenvolvimento, a fim de monitorar quaisquer alterações no código sendo gerado.

É a fase central do clico DevOps, por se referir a concepção do produto final. Ou seja, é importante planejar minuciosamente e investir em ferramentas para o desenvolvimento eficiente e constante.

Teste constante

A fase seguinte do ciclo DevOps é o teste constante. Quer dizer que o software que está sendo desenvolvido pela equipe necessita ser testado constantemente a fim de identificar falhas e bugs – antes da conclusão do projeto.

Por isso, ferramentas e metodologias são utilizadas e desenvolvidas especificamente para os testes constantes. Isso permite que sejam realizados testes de código com alta frequência, gerando feedbacks sobre os problemas, fato que permite a solução de problemas de forma rápida.

A relevância dessa fase vai além da identificação de problemas, tendo relação direta com a frequência da realização de testes. A fim de entender, pense que o time está desenvolvimento um sistema e que na conclusão do produto, você efetue testes e identifique os problemas no momento inicial do código. Fato que além de atrasar na entrada, a equipe deverá refazer o trabalho e corrigir os códigos que demorou semanas ou meses para ser desenvolvido.

Ao implementar essa fase corretamente na organização, é possível evitar esse tipo de situação. O que acontece porque os testes são efetuados com frequência alta, o que significa que pode haver a identificação de problemas e suas soluções, evitando assim atrasos e transtornos no projeto.

Contínua Integração

Integração é considerada uma das palavras-chave em relação à cultura DevOps. Dessa forma, é determinada como fase essencial a fim de ser implementado com sucesso dentro da organização.

Faz referência à necessidade de integrar continuamente a equipe de desenvolvimento e a de operações. Com isso, é preciso que os desenvolvedores tenham capacidade de comunicar quaisquer alterações do código de forma frequente para todos os componentes do projeto.

Essa fase inclui a integração constante do código adaptado ao código fonte e a dos testes e bugs descobertos.

Dessa forma, essa fase se refere à necessidade de sinergia de todos os membros da equipe e ferramentas usadas, a fim de permitir que todas ações, atividades e informações referentes ao projeto sejam sempre integradas.

Contínua Implantação

Após desenvolver, testar e integrar continuamente as modificações, o DevOps exige a contínua implementação, ou seja, se refere à validação do código desenvolvido.

O que significa que, quando um dos responsáveis pelo desenvolvimento cria certa função para um sistema, é preciso fazer seu teste e validação para garantir a rápida integração ao código fonte, sem que precise trabalhar manualmente. Em conclusão, esse profissional precisa ser capaz de rodar o código a fim de implementá-lo e inseri-lo ao produto final.

Assim sendo, ele é de extrema relevância para a concretização do DevOps, porque criar o software não é o bastante, é preciso implementá-lo com a intenção de garantir a continuidade do processo.

Monitoração

Para finalizar, a monitoração é a última fase do ciclo DevOps. Faz referência a necessidade de monitorar constantemente o desempenho da implementação do DevOps na organização.

A fase de monitoração do desempenho dos membros da equipe de TI, usando indicadores e métricas a fim de garantir que todos estejam dando capacidade total nos projetos. Entretanto, não se resume somente a equipe, mas também a todas as demais fases, ferramentas, a qualidade das entregas, entre outros elementos.

A monitoração é relevante para o sucesso do DevOps, afinal, é a fase que tem como princípio indicar os benefícios principais da implementação da estratégia da empresa mediante métricas e indicadores.

Outro fato, é que a monitoração possibilita a identificação de problemas e gargalos na implementação do DevOps na organização, o que possibilita criar planos de ação capazes de  ajustar os objetivos da empresa e alavancar seus resultados.

Conclusão

A cultura do DevOps já é considerada uma tendência que veio para ficar, ofertando inúmeros benefícios para negócios que optam por adotá-los. Porém, para garantir sucesso, é fundamental compreender cada fase do ciclo, o ciclo como um todo, para garantir que elas serão implementadas de formas corretas dentro da empresa.

É essencial lembrar que, como o nome diz, que essas fases compõe um ciclo, que não possui fim, tendo que ser recomeçado sempre que acabar.

Quer saber mais sobre o assunto? Gostaria de receber mais informações diretamente em seu -e-mail? Preencha o formulário abaixo e assine nossa Newsletter agora mesmo!

Descubra as 7 inovações que podem transformar seu negócio

Descubra as 7 inovações que podem transformar seu negócio

7 importantes inovações que transformará seu negócio

O mundo dos negócios, do qual as organizações fazem parte hoje em dia tem ficado cada vez mais competitivo. Esse fato ocorre, principalmente em virtude da tecnologia e à globalização, que estão em constante evolução, possibilitando que empresas do mundo todo tenham oportunidade de alavancar e desenvolver sua performance.

Dessa forma, é fundamental que as organizações estejam sempre realizando investimentos na capacidade inovativa, e sobretudo, estarem atentas a todos os tipos de tecnologias e inovação que são lançadas diariamente. Ter conhecimento sobre os tipos de inovação pode ajudar você a identificar qual a real situação que seu negócio se encontra e qual a vertente de atuação sua equipe deve tomar para implementar transformações relevantes

São inúmeros os formatos de inovação capazes de transformar uma empresa. Aqui trouxemos uma lista daqueles que possuem maior relevância no ambiente corporativo.

Continue lendo esse texto para conhecer cada um deles a fim de analisar quais que seu empreendimento precisa para permanecer competindo com a concorrência. Tenha uma ótima leitura! Vamos começar?

1 – Inovação de processos

É o tipo de inovação que se refere às modificações no processo produtivo do serviço ou produto. Não gera necessariamente impacto no produto, porém, gera benefícios no processo produtivo, especialmente, com o aumento da produtividade e redução de custos. O foco nessa inovação é a aceleração da produtividade mediante a implementação de uma metodologia relacionada aos processos de operação.

Assim sendo, é quando implementam novos métodos, fluxos e soluções no contexto do processo produtivo criando valor para o consumidor como produção e logística.

Geralmente, procura-se reduzir custos, acelerar a produção de bens, aumentar a qualidade, reduzir os impactos ambientais etc. Naturalmente, a inovação reflete em processos ligados a essas funções, como vendas, recursos humanos e finanças.

2 – Inovação de serviços

Inovação de serviços é aquela que tem relação direta com a implementação de transformações e melhorias em determinado formato de serviço que a empresa oferece em seu segmento ou a um novo serviço que será ofertado. Nesse caso, a intenção é agregar ainda mais valor ao público-alvo e aos consumidores, facilitando suas vidas de modo geral.

Por existir diversas opções de inovação no setor de serviços tradicional, que não ofertam bens tangíveis, como na área de alimentação, de saúde, educacional e financeira, há uma grande tendência para que empresas de bens físicos comecem a incorporar em seu portifólio a venda de serviços.

3 – Inovação em produto

A empresa ao tomar a decisão de implementar um processo inovador a seus produtos, ela busca oferecer um novo a seu público consumidor ou realizar melhorias importantes naqueles que já fazem parte da sua cartela de produtos. Na intenção de agregar ainda mais valor ao cliente, bem como atender suas expectativas e necessidades de forma mais assertiva.

Ou seja, esse tipo de inovação tem ligação direta ao lançamento ou desenvolvimento de algo novo no mercado, assim como a inserção de novos acessórios ou funcionalidades, como mudança na embalagem ou no design, ou alteração de componentes.

4 – Inovação em marketing

Inovação em Marketing, diz respeito a novos processos e abordagens de marketing que tem como função mudar a forma como a empresa desenvolve suas soluções, determina preços, segmenta consumidores, posiciona-se no mercado, relaciona-se com clientes etc. Ações que fortalecem sua proposta de valorização, destacando completamente sua oferta.

5 – Inovação incremental

Como vimos, a inovação produtiva tem como função realizar mudanças consideráveis nos produtos ofertados pelo negócio. Já a incremental tem como intuito realizar melhorias pequenas, mas contínuas, sendo muitas vezes imperceptíveis aos olhos dos consumidores.

Nem sempre há uma mudança significativa e expressiva nesse tipo de inovação. Elas, geralmente, estão voltadas para avanços pequenos nos benefícios percebidos pelos consumidores e não alteram de modo visível a forma como os produtos chegam a eles ou são utilizados.

6 – Inovação radical

O próprio nome diz, esse tipo de inovação é utilizado para negócios que queiram implementar mudanças radicais nos serviços ou produtos oferecidos a seus consumidores.

A inovação radical refere-se às mudanças consideravelmente drásticas, tendo a capacidade de quebrar paradigmas na área de atuação da empresa ou até mesmo modificar o formato na qual a empresa adotou para si.

7 – Inovação no modelo de negócio

A inovação no modelo de negócio está alinhada a forma que a empresa gerencia seu próprio negócio. Ou seja, inovar no modelo é alavancar transformações na forma de gerar receita para a empresa, bem como no modelo operacional.

Dessa forma, podemos dizer que são inovações que geram impacto no modo de atuação, principalmente em duas vertentes de oferta: proposta de valor aos consumidores ( inovar na forma de ofertar, no mercado alvo de clientes e também na geração de receita) e no modelo operacional ( inserindo as mudanças da cadeia de valor).

Quando falamos em inovação, na maioria dos casos, ocorre uma junção de duas ou mais inovações ao mesmo tempo. E a inovação no modelo de negócios incorpora inovações em todos os pilares: processos, serviços, produto, marketing, incremental, radical.

Ao levar em consideração que as inovações possuem a capacidade de gerar vantagem competitiva, adotá-las se torna indispensável a sustentabilidade das empresas. A inovação é capaz não só de gerar valor aos bens produzidos, mas também de destacar a empresa no mercado que está inserida.

Os negócios que buscam pela inovação, seja ela qual for, de produto, serviços, de modelo de negócio, marketing, incremental, de processo ou de forma radical, garante posição vantajosa perante as demais, uma vez que possibilitam as organizações acessarem novos mercados, realizarem novas parcerias, aumentarem receitas, agregar valor a suas marcas e conquistar novos conhecimentos.

Conclusão

Então, como inovar? Para começar, é importante que as empresas, antes de tudo, tenham consciência da tamanha relevância que a inovação possui no cenário competitivo atual. Posteriormente, é preciso que elas compreendam no que consiste a inovação e qual a dinâmica dela. A partir daí, é possível desenvolver e aplicar uma estratégia alinhada assertivamente não somente com os propósitos do negócio, mas com sua visão de futuro.

O passo a seguir, é criar e implementar ferramentas gerenciais no processo inovativo. As soluções devem ser personalizadas a cada realidade, devendo levar em consideração o setor de atuação, a estrutura da empresa e sua cultura organizacional, o seu tamanho, a visão de futuro e principais ambições e o sistema de agentes na qual ela se insere.

Agora que conheceu os tipos principais inovação, você pode começar a pensar em qual sua empresa deve adotar para inovar cada vez mais.

Cultura DevOps: Motivos que levam a falhas na sua implantação

Cultura DevOps: Motivos que levam a falhas na sua implantação

O termo DevOps – Development + Operation – junção das palavras Desenvolvimento e Operação indica uma (re)união das duas práticas significando um fluxo permanente sem transferência na entrega de um sistema

Porém por que houve essa separação? Antigamente os programadores tinha contato com os clientes, desenvolviam softwares de ponta a ponta e os implantavam em ambientes complexos e restritivos. E por que não há mais profissionais com essas capacidades?

Vamos falar um pouco da história

Na década de 90, a procura de uma eficiência falsa, processos de criação foram reformulados em função do tipo de trabalho a ser executado. As responsabilidades, antes definidas por entregas de valor, foram definidas por práticas.

Esse modelo, ainda baseado na indústria manufatureira, prezava que cada parte do fluxo, trabalhasse de forma especializada fazendo com que o todo fosse mais eficiente, assim gerando alta produtividade e qualidade ao final do processo.

E então, nasciam as divisões de Analistas, Operação, Devs FrontEnd, Devs BackEnd, Testers, etc. Ou seja, grupos extremamente eficientes executavam suas atividades, embora raramente possuíam compromisso ou conhecimento acerca do valor agregado ao final do processo.

Esse modelo altamente formal trouxe erros desde seu conceito: desenvolvimento de software não possui relação com processo industrial, pois não criam produtos em larga escala ou vindos de um conjunto similar de matérias primas.

Se formos comparar o desenvolvimento de um software com uma atividade, seria mais correto relacionar ao processo artesanal, que realizam atividades criativas e organizadas a fim de alcançar um resultado diferenciado após sua finalização.

Tal modelo, infelizmente potencializou seu impacto negativo pois justificava seu fracasso como ausência de formalismo. Ou seja, a fim de realizar as correções do resultado desastroso, aplicaram mais prescrições, definições e protocolos, dessa forma se distanciando ainda mais do compromisso firmado com o valor do projeto.

Essa foi considerada a Era do Processo pelo Processo.

Com o surgimento do mindset (mentalidade que cada um tem sobre o conhecimento) ágil de desenvolvimento, associado ao movimento com foco na valorização do cliente como força motora de qualquer empresa, acendeu uma luz.

Perceberam que esse modelo de trabalho não conseguia entregar valor alinhado às expectativas de seus usuários, e o que realmente importava é a satisfação de suas necessidades, mais importante do que contratos de trabalho poderosos.

E então teve o surgimento da DevOps.

O que é DevOps

DevOps trata-se da união de produtos, pessoas e processo a fim de permitir a entrega contínua de valor ao usuário final. Como dissemos anteriormente, a junção de “Dev” e “Ops” refere-se a evolução do Desenvolvimento e Operações em silos para equipes de colaboradores multidisciplinares que trabalham conjuntamente com ferramentas e práticas compartilhadas e eficientes. No DevOps são incluídas práticas como planejamento ágil, integração e entrega contínua e monitoramento de aplicativos.

Motivos que levam a falha

A implantação das DevOps foi concluída, mas no momento de mensurar os resultados, não foi como o esperado. A fim de solucionar esse problema, é essencial entender que as iniciativas DevOps nem sempre obtém sucesso.

Descubra agora quais motivos levam a isso!

Deixar de argumentar a favor do negócio

Para o profissional da área são claro os resultados que a implantação de DevOps terá para o negócio como um todo. Entretanto, para o nível estratégico da empresa pode não ser, então é preciso fazê-los se engajar na iniciativa.

Assim sendo, é importante que você compreenda o que é relevante para a empresa em um aspecto mais holístico, como atração e retenção de clientes, melhorias dos processos, redução de custos, entre outros. Após é preciso argumentar sobre a necessidade do DevOps nesses aspectos.

Aliás, é preciso medir o impacto que esse método tem no negócio. Portanto inclua, métricas de DevOps e KPI’s que exponha os impactos positivos na nova estratégia implantada como um todo.

Não gerar engajamento na equipe

Na intenção de implantar a cultura DevOps, é preciso que toda empresa se engaje nas mudanças. Ou seja, ela não consiste na utilização de uma nova ferramenta ou processo, mas sim numa transformação cultural na área de tecnologia da informação, alterando o relacionamento entre os membros de toda equipe e a forma de realizar as atividades.

Dessa forma, é fundamental que você reúna todos os colaboradores de sua empresa e explique no que consiste a DevOps e quais os benefícios que ela gera, não só para a área de TI, mas para os colaboradores individualmente e para a empresa. Além disso, exponha claramente qual a função que cada um terá nessa mudança e importância que cada pessoa terá nesse processo.

Limitar a colaboração

Falando em colaboração, esse é um dos termos de ordem da cultura DevOps, não concorda?

Entretanto, em muitas vezes há a restrição da participação apenas para as equipes que desenvolvem e operam as soluções deixando os outros interessados fora do processo.

Sendo assim, identifique todos os participantes do processo de desenvolvimento de softwares da organização, dentre eles a equipe financeira, clientes e outros. Após feito o mapeamento, é hora de investir em estratégias eficientes para garantir a comunicação simples entres eles, fazendo com que a colaboração se torne a palavra de ordem para todos.

Planejamento e cuidado ao Implementar DevOps

Ao realizar uma implantação de DevOps, os gestores tentam fazê-la desconsiderando a abordagem interativa e incremental. Querem fazer tudo de uma vez.

Não vá nessa onda, evite cair nessa armadilha na hora de implementar e evite comprometer todo o sucesso do processo. Faça o contrário. Efetue singelas mudanças gradualmente, de forma constante, bem como equilibrada dentro da empresa.

Mas também, é preciso colher feedbacks no decorrer do processo, a fim de avaliar cada mudança, seja ela relacionada às opiniões dos colaboradores ou a eficiência da área (mediante as métricas). Em síntese, leve em consideração as análises na hora de realizar os planejamentos futuros.

Deixar de gerenciar expectativas

Durante o processo de implementação da cultura DevOps, a equipe de TI e outros gestores do negócio, criam expectativas elevadas sobre os resultados esperados da mudança. Mas, assim como qualquer mudança, apesar dos inúmeros benefícios que ela promove, os resultados são graduais podendo ser observados somente a longo prazo, o que podendo gerar frustração, bem como desmotivação da equipe.

Portanto, a fim de resolver o problema, realize o gerenciamento das expectativas com todos os membros da organização, bem como os clientes. É necessário deixar claro quais os resultados reais obtidos com a mudança e como eles surgirão. Além disso, você pode escolher formas de medir e avaliá-los, e criar metas desfiadoras, mas alcançáveis, com o intuito de alinhar as expectativas de todos com a realidade da execução da DevOps.

As falhas principais e como evitá-las

Após conhecer quais motivos podem levar às falhas ao adotar a cultura DevOps, chegou a hora de compreender quais são essas principais complicações. Descubra agora as 5 falhas.

1.Não alinhamento das equipes envolvidas

Ao identificar a falta de alinhamento entre o time de operações e o de desenvolvimento, há a possibilidade de erros em DevOps. Afinal, essa metodologia tem como um dos principais objetivos a integração entre toda equipe de Tecnologia, assim como ela e outras partes interessadas.

Mas como detectar falhas? A princípio, ela fica evidente na troca de informações internas da equipe. São mensagens que se perdem, pedidos não realizados e retrabalho para os participantes. Quando há esses indícios, é a hora de corrigir os erros para que o sucesso da implementação seja garantido.

Para que o problema seja solucionado é preciso ir a fundo em sua origem. Em geral, ele é provocado pela falta de capacitação da equipe para desenvolver e aplicar a DevOps, o que pode ser contornado ao garantir que ela esteja devidamente habilitada para as funções.

Há a possibilidade de os canais de comunicação estarem comprometidos, gerando o desalinhamento das informações e falta de integração. É necessário coletar feedback dos colaboradores sobre as melhores ferramentas implantadas para resolver o problema de comunicação. Após isso, você poderá criar estratégias efetivas com base nas necessidades dos colaboradores para se manterem integrados.

2. Problemas ao testar as soluções

Um ponto que costuma ter falhas na DevOps é em relação a testes contínuos. Esse modelo requer testes contínuos e automatizados a fim de garantir a qualidade na geração de produtos. Entretanto, nem sempre se torna possível realizar essa implementação, o que demonstra uma falha ao colocar em prática. Para que não haja esse tipo de problema, crie um ambiente de testes adequados.  

Outro ponto é, automatizar testes é fundamental para o sucesso da estratégia. Ou seja, além da garantia de qualidade, há também o aumento da segurança do processo de testagem. Com a automatização dos testes, há a diminuição da probabilidade de erros humanos, sendo que rapidamente todas as falhas são descobertas e corrigidas indo de acordo com o modelo ágile da cultura DevOps.

3. Deixar de lado as entregas contínuas

Diversas vezes, mesmo após a DevOps ter sido implementada, as entregas contínuas podem não funcionar. Esse é mais um indicador de falha que deve ser corrigida. Ou seja, uma das premissas da estratégia são as estregas contínuas, em conjunto com o monitoramento e feedback. E é essa questão que tornar a estratégia mais eficiente.

Procure a fundo os motivos do problema caso as entregas não estejam acontecendo. Um deles pode ser a falta de assimilação da nova forma de trabalho da equipe, o que precisará de mais treinamento e prática para que eles abandonem a antiga forma de trabalhar e se adequem ao desenvolvimento ágil.

4. Problemas ao optar pelas métricas

São muitas métricas que podem ser usadas para mensurar a eficiência da DevOps na organização. Mas uma das falhas desse método são os problemas e inadequação dessas métricas à realidade da empresa. Isso ocorre porque, ao optar por utilizar várias métricas ou indicadores inadequados, pode ocorrer uma distorção dos resultados do planejamento.

Uma das possibilidades ao implantar qualquer estratégia, é o gestor ficar sobrecarregado ao mensurar os indicadores, investindo muito tempo nesse processo no lugar de direcionar esforços a atividades mais importantes. Ou seja, comprometendo toda implementação da DevOps. Mas como solucionar esse problema? Analise bem os indicadores e métricas antes de escolher. Assim sendo, pense em quais imprevistos a área possui e quais os principais impactos esperados.

Só então, escolha as métricas que reflitam esses resultados. É importante também definir uma mensuração constante, além de realizar a documentação de todos os dados obtidos. Dessa maneira, você se torna capaz de comparar a evolução dos indicadores individualmente ao decorrer do tempo, detectando se as estratégias da DevOps tiveram resultados ou não.

5. Não acompanhar o desempenho

Para finalizar nossa lista, a última é não acompanhar o desenvolvimento as aplicações. Ou seja, muitas vezes a equipe se perde em meio a quantidade de processos, sendo difícil analisar cada um deles e também as alterações realizadas.

O risco é se perder em meio ao trabalho de tantos participantes em um mesmo projeto. Pode  ser que alguém realize uma mudança inadequada, e sem o controle necessário, não seja possível identificar quem foi ou qual parte do código que foi feita a mudança.

Portanto, corrigir esses problemas é fundamental para garantir a aplicação do DevOps corretamente. Em razão disso, utilize ferramentas de controle de versão de software a fim de garantir que todas as mudanças realizadas sejam documentadas e acompanhadas.

Conclusão

Após conhecer as possíveis falhas ao implantar essa forma de cultura em sua empresa, conheça os benefícios e como escolher uma equipe para realizar todo o processo, do desenvolvimento a avaliação de resultados clicando nesse artigo: 6 dicas práticas de como escolher o parceiro ideal para utilizar o Desenvolvimento de Sistemas

Há inúmeras formas de praticar a implementação da DevOps. Pode optar por criar um setor de tecnologia na organização, ou terceirizar as funções com uma empresa especializada. O ideal é procurar uma equipe com especialização na área, minimizando riscos e custos, uma vez que criar um setor dentro da empresa requer muito investimento e trabalho, além de correr o risco de não construir uma equipe capacitada o suficiente para desenvolver as soluções e ter que realizar retrabalho e correções, aumentando custos e tempo de entrega.

6 dicas práticas de como escolher o parceiro ideal para utilizar o Desenvolvimento de Sistemas

6 dicas práticas de como escolher o parceiro ideal para utilizar o Desenvolvimento de Sistemas

Como escolher o parceiro ideal ao desejar implantar um sistema em sua empresa?

 

Para que não torne uma dor de cabeça, é necessário se preparar e ter em mãos apoio especializado. O outsourcing (vamos explicar no próximo tópico) se tornou uma alternativa viável nessas situações.

Ao optar por desenvolver um sistema, seja ele qual é for, pode surgir uma série de problemas, seja pelo despreparo da equipe em lidar com os detalhes da programação, ou até na finalização e entrega de projetos.

Assim sendo, a procura por um parceiro que ofereça suporte na criação de um sistema pode ser a solução para qualquer possível problema, permitindo assim, focar nas outras atividades da empresa.

 

Mas o que é outsourcing?

 

Vivemos na era da evolução digital, e grande parte das empresas estão optando por desenvolver suas próprias soluções no lugar de utilizar ferramentas pré-fabricadas que não atende todas suas necessidades.

Um desafio que as empresas enfrentam é a integração de vários sistemas, disponibilizados por desenvolvedores terceirizados, mediante um sistema que possibilite a comunicação entre todas as ferramentas.

Algo bem trabalhoso além de caro.

Independente da necessidade atual da sua empresa, algo é certo: desenvolvimento de sistemas é um desafio grande e inúmeras tentativas de criar um, acabam indo por água abaixo devido à falta de prazos inadequados ou falta de profissional especializado.

É aí que entra o outsourcing, como uma excelente opção na obtenção de acesso a ferramentas personalizadas, com o intuito de evitar problemas comuns do desenvolvimento.

Algumas vantagens desse modelo são:

– Redução de custos: dispensa contratação de profissionais da área de Tecnologia

– Prazos estipulados: ao contratar profissionais para desenvolver seu projeto, eles com toda certeza cumprirão o prazo de entrega combinado.

– Acesso a profissionais capacitados: empresas que desenvolvem soluções contam com profissionais especializados com grande conhecimento na área.

E como escolher o parceiro ideal? Vamos explicar!

 

Mesmo que esse modelo seja o mais indicado na busca de eficiência, ao utilizar ferramentas personalizadas e que atenda as necessidades, é fundamental que sua empresa se atente devido a inúmeras possibilidades do segmento, e nem todas podem fornecer as soluções que precisa.

Na busca pela parceria ideal é preciso observar alguns pontos com o intuito de obter todas as vantagens que o outsourcing oferece e assim, evitar imprevistos incômodos. Devido a isso, separamos dicas valiosas para você:

Entenda seu propósito

Antes de contratar alguém para realizar seu projeto é preciso entender o que sua equipe ou empresa requer. Quais as usabilidades da nova ação? Há uma tecnologia específica? Quais as funções que essa nova tecnologia deve realizar?

Há inúmeros profissionais no mercado e nem todos tem capacidade de desenvolver as aplicações que deseja.

Pensar nessas questões é essencial para filtrar possíveis empresas, afinal, cada uma delas possui uma especialidade, mas que pode não ser a melhor indicada a seu problema. Conhecer exatamente os problemas e o que pode resolvê-los pode ser fator decisivo na escolha de um parceiro ideal.

Análise de Mercado

Após analisar quais as necessidades a serem sanadas, entra o estudo de mercado para procurar as opções disponíveis. Com a popularização da internet, bem como, da globalização, existem inúmeras empresas que desenvolvem soluções tecnológicas.

Mediante uma rápida pesquisa, é possível encontrar vários profissionais no segmento e avaliar se possuem credibilidade e relacionamento bom com seus clientes. Após isso é interessante segmentar aqueles profissionais que chamaram mais atenção e posteriormente pesquisar mais afundo sobre suas realizações.

Referências e recomendações

A fim de ter plena ciência da competência da empresa a ser contratada, peça referências de antigos clientes, ou na página da empresa no hall de parceiros.

Dentre as questões a serem levantadas, pode-se considerar o tempo de desenvolvimento, satisfação dos clientes com os serviços, manutenção e tempo de resposta, comunicação e relacionamento, e outros pontos que julgue relevantes.

Avalie know-how da equipe de desenvolvimento

Ponto fundamental a se analisar pois demonstra em qual nível de conhecimento a equipe está, assim como sua capacidade de lidar com problemas e resolvê-los da melhor forma.

Mas como medir esses pontos? De acordo com o tempo de atuação no segmento, participações e certificações em projetos de alta complexidade. Portanto é pertinente pedir uma lista básica dos conhecimentos que cada parte da equipe pode atender.

Faça comparações

Cada profissional da área oferece serviços com níveis diferentes de personalização. Opções que vão desde o reaproveitamento de um código para redução de custos até o desenvolvimento de soluções exclusivas.

Entenda o contrato

Bem como os serviços prestados, cada empresa desenvolvedora de software possui um padrão de contrato, sendo preciso analisar como ele se dá e se atende todas as necessidades.

Como exemplo podemos citar a terceirização de um sistema com inteligência de negócio embutida, onde cláusulas de confidencialidade precisam ser anexadas para barrar a comercialização desse software.

Da mesma forma, para garantir a segurança dos dados caso a empresa parceira tenha acesso a dados importantes do seu negócio.

E quais os benefícios de se adotar o Desenvolvimento de Softwares em sua empresa? O que ele agrega de valor a ser utilizado? Veremos logo a seguir!

Os 5 principais benefícios do DevOps

Os benefícios do DevOps têm ganhado destaque nos últimos tempos. Devido a isso, várias empresas estão buscando utilizar essa estratégia na construção de equipes de desenvolvimento de softwares mais eficientes.

Você conhece quais as reais vantagens do DevOps?

Mesmo que a agilidade seja um dos pontos mais comentados quando nos referimos ao assunto, há outros benefícios bem atrativos.

Neste post, temos como objetivo trazer a você, gestor, uma visão mais clara e completa acerca dessa estratégia e explicar por que é tão importante investir nela. Continue lendo!

O crescimento do DevOps

Antes de mostrarmos as vantagens vamos entender por que essa abordagem está em constante crescimento. Por meio dessa estratégia as empresas estão agregando mais valor, tanto para seu negócio quanto para seus times de desenvolvimento. Nesse caso, mais praticidade significa mais resultados, ao passo que não abre mão da qualidade. Além disso, o time adquire maior independência para realizar seus projetos com menores chances de lidar com imprevistos no dia a dia.

Um ponto de vista considerado interessante nessa abordagem é a aproximação entre as equipes do setor operacional e de desenvolvimento, que antes eram responsáveis por outras atividades sem possuir um canal de comunicação. Ou seja, no formato antigo, sempre que a equipe de desenvolvimento precisava implantar um software era necessário enviar arquivos mudados para o setor operacional que realizaria a inserção de dados no servidor.

Quando se trata da cultura DevOps, o processo de deploy (implantação de um software) ocorre automaticamente mediante alguma ferramenta de integração, como o Jenkis, dessa forma garantindo uma entrega contínua.

Benefícios do DevOps

Depois de dar uma breve explicação sobre essa estratégia, vamos começar a entender quais os benefícios principais dessa abordagem.

1. Confiança

Ponto interessante dessa cultura é o aumento da confiabilidade. Isso se dá pelo armazenamento e registro de logs de desenvolvimento, contendo quaisquer alterações realizadas nos códigos. Dessa forma, sempre que um erro for identificado, será possível rastreá-lo rapidamente apenas verificando os códigos dos arquivos, e posteriormente realizar as devidas correções e publicações de novos códigos.

O aumento da confiança vem da automatização de testes realizados em novas integrações garantindo a minimização dos riscos de erros no processo produtivo.

2. Custos Reduzidos

O desenvolvimento de sistemas foi durante muito tempo considerada uma atividade cara, não apenas pela tecnologia, mas também pelas ferramentas exigidas e mão de obra especializada. Mediante a abordagem DevOps, vários pontos do desenvolvimento de softwares são aperfeiçoados, como integração, comunicação, feedback, entre outros. Como resultado, têm-se: redução no tempo de entrega, maior qualidade do produto e mais resultado.

Fatores que geram impacto direto sobre o custo de implementação de um software, já que há uma redução significativa dos erros. Ação que requer tempo para correções. Ou seja, prevenção de erros poupam recursos que podem ser redirecionados a outros projetos.

3. Eficácia na entrega

Graças a automatização do processo de publicação de software é possível atingir a agilidade e integração contínua. Mediante as ferramentas de implantação o time de desenvolvimento consegue publicar alterações de códigos de forma simples a rápida.

4. Sinergia entre equipes

A comunicação entre todos os colaboradores de uma empresa é fundamental no sucesso do desenvolvimento de software, uma vez que a organização possui equipes formadas por profissionais em diversas áreas. A falta de comunicação pode levar a problemas e atrasos, bem como prejuízos devido a não entrega de informações. A sinergia possibilitada pela abordagem DevOps elimina essa possibilidade.

Com a utilização da comunicação como peça fundamental, há a minimização de ruídos e barreiras que poderiam criar alguma divergência entre os profissionais, como desenvolvedores, analistas, técnicos. Assim sendo, todos os participantes da organização podem acompanhar de perto as atividades realizadas, organizando melhor o trabalho e garantindo a entrega.

5. Segurança

Nas últimas décadas houve um aumento considerável nos ataques virtuais, sendo que os criminosos desse mundo estão cada vez mais especializados em suas técnicas, aproveitando qualquer brecha para invadir softwares e roubar dados. Ao utilizar da estratégia DevOps, é possível rastrear e garantir a harmonia dos códigos, padronizando a qualidade esperada dentro da segurança da informação.

Conclusão:

Aplicar a estratégia DevOps não é algo complicado, mas demanda conhecimento específico. Dessa forma, o ideal é contar com profissionais ou empresas de consultoria especializados para auxiliar no processo de desenvolvimento ou implantação de soluções.

Nesse artigo listamos benefícios que tornam sua empresa competitiva no mercado, e o melhor, almeja a redução de custos, um objetivo constante de toda empresa.

Ficou interessado e quer saber como aplicar em sua empresa? Conte com a TKM Tec para isso. Agência de Marketing Digital capacitada que desenvolve softwares de acordo com as especificidades de sua empresa.

Big Data: Conheça essa estratégia competitiva

Big Data: Conheça essa estratégia competitiva

Big Data

 

O que é?

Precisamos conhecer um pouco da história antes de realmente entender o que é big data. A definição ainda mais confiável é dada pelo Gartner em meados de 2001: Big data são dados com maior variedade que chegam em volumes crescentes e com velocidade cada vez maior. Isso é conhecido como os três Vs.

Em síntese, big data é um conjunto de dados maiores e com maior complexidade, vindos de variadas fontes. Eles detêm um grande volume e um software tradicional não consegue gerenciá-los. Porém, esses dados podem ser utilizados na resolução de problemas das organizações que não poderiam ser resolvidos antes.

 

A História do Big Data

 

Apesar de se tratar de um conceito um tanto novo, a origem de grandes quantidades de dados agrupados remete às décadas de 1960 e 1970, quando os bancos de dados começaram a surgir nos primeiros data center e no desenvolvimento do banco de dados relacional.

No ano de 2005 começaram a perceber que uma grande quantidade de dados era gerada por redes sociais como youtube, facebook e outros serviços on-line. O Hadoop, uma estrutura de código aberto para armazenagem e análise de dados, foi desenvolvida, assim como o NoSQL que começou a ganhar popularidade.

O desenvolvimento dessas estruturas foi essencial para o crescimento do Big Data, pois elas tornaram o processo mais fácil e o armazenamento mais barato. Com o passar dos anos o volume de dados disparou devido sua geração constante. Dados esses gerados não só por pessoas.

Com o surgimento da Internet das coisas, dispositivos e objetos estão conectados a internet, gerando padrões de informações do usuário e de desempenho. Com a criação do machine learning mais dados passaram a ser gerados.

Ainda que tenha evoluído, a utilização do Big Data ainda está no início. A computação em nuvem claramente expandirá suas possibilidades por oferecer alto armazenamento de dados on-line e por demanda.

Os Três Vs do Big Data

Volume: Melhores Informações

Com big data você possuirá grande quantidade de dados sendo armazenados o tempo todo, sejam eles de valores desconhecidos, de aplicativos, informações de redes sociais ou páginas da web. Enquanto no passado os bancos de dados eram limitados, hoje as empresas têm procurado armazenar a maior quantidade de dados possíveis, pois quanto mais se coletar para análises, maiores serão as possibilidades e poder de conhecimento.

 

Velocidade: Informação instantânea

Se refere a taxas mais rápidas no recebimento e administração de dados. A velocidade mais alta é obtida na transmissão direta de dados para a memória. Alguns programas voltados para internet operam em tempo real, ou em um curto período.

Como exemplo temos o Google prevendo incidentes da gripe H1N1. Por meio do armazenamento de dados via internet, a empresa norte americana conseguiu em grande velocidade transformar dados sobre a doença em informações relevantes. Enquanto médicos demoravam cerca de semanas para obter dados completos, o Google foi capaz de obter dados relacionados em apenas algumas horas.

Resultando em um mapeamento quase em tempo real.

 

Variedade: Diversas vertentes

 Refere-se aos diversos tipos de dados disponíveis. As informações deixaram de ser resultantes de cadastros de clientes, e com as inúmeras possibilidades do Big Data é preciso haver um planejamento estratégico na armazenagem e uso dos dados.

Com o aumento do Big Data, os dados que são obtidos estão dispostos em diversos formatos, pois são provenientes de fontes diferentes, como e-mails, aplicativos, redes sociais etc. Não há um padrão.

Portanto, trata-se de uma tarefa difícil agrupar essa grande quantidade de dados diferentes em um banco de dados. Para que isso ocorra é preciso desenvolver ferramentas capaz de atender essa necessidade e dar conta de todo o processamento.

O Valor e a Veracidade

Nos últimos anos surgiram mais dois Vs: Valor e veracidade. 

Os dados possuem valores individuais, o que leva a pensar na confiabilidade deles.

Hoje em dia, Big Data se tornou essencial.

Para exemplificar, temos as maiores empresas de tecnologia do mundo. A maior parte do valor ofertado por elas são provenientes de dados analisados constantemente na busca por mais eficiência e produtividade.

Com os avanços tecnológicos, os custos de armazenamento e computação de dados reduziram consideravelmente, tornando o processo mais fácil e menos oneroso que nunca. Ao utilizar o Big Data, todo o processo ficou mais acessível e barato, sendo viáveis as tomadas de decisões mais assertivas.

Reconhecer valor mediante uma grande quantidade de dados, não é uma questão de poder analisá-lo, embora seja outro benefício. É um processo complexo de descoberta que exige analistas, executivos e usuários capazes de reconhecer padrões, saber gerenciar e analisar os dados, fazer suposições bem como, realizar previsões.

 

Benefícios do Big Data

Com o domínio de tantas informações se obtém respostas mais completas. O que gera mais confiabilidade nos dados, ou seja, é uma forma diferenciada para resolução de problemas.

Utilizações do Big Data

Com o uso do Big Data é possível lidar com inúmeras atividades dentro das organizações, desde o relacionamento com o cliente até as análises de dados avançadas. Alguns usos do Big Data:

Desenvolvimento de Produtos

Empresas como Netflix usam big data para antecipar os desejos de seus usuários. Ela cria pré – modelos para novos produtos e serviços moldando o relacionamento entre eles e o sucesso das ofertas. A P&G realiza um teste antes de colocar um produto no mercado. Ou seja, utiliza dados gerados através de grupos de foco, mídias sociais e mercados testes para planejar, desenvolver e lançar novos produtos.

 

Manutenção

Empresas utilizam Big Data como uma previsão de falhas. Fatores que podem prever falhas podem estar relacionados aos dados do produto. Ao analisar a probabilidade de problemas, é possível implementar a manutenção preventiva mais econômica otimizando os processos produtivos.

 

Experiência do Usuário

Como sabemos, a busca por clientes é o foco de toda empresa, e ter uma visão completa sobre a experiencia dele é mais possível do que nunca. E por meio do Big Data  é possível reunir informações sobre os interesses e necessidades do cliente, de forma a facilitar por parte das empresas o reconhecimento do que ele busca e proporcionar soluções precisas.

 

Fraude e Conformidade

Em se tratando de segurança, não lidamos somente com a possibilidade de hackers mal-intencionados, mas com especialistas da área. O quesito segurança está evoluindo e as empresas precisam estar alinhadas a esse processo. Big data auxilia na identificação de padrões indicativos de fraudes, além de compilar grande quantidade de informações gerando relatórios mais rápidos.

 

Machine Learning

Se tornou um dos assuntos mais populares do momento e os dados são uma das causas. As pessoas se tornaram capazes não só programar máquinas, mas ensiná-las. A utilização do Big Data torna isso possível.

 

Eficiência Operacional

É uma área onde o Big Data gera muito impacto. Com ele é possível analisar e avaliar todo o processo produtivo da empresa e os fatores relacionados, como devolução ou resenhas de clientes, realidade a qual permite antecipar demandas e prevenir erros.

 

Desafios do Big Data

Como qualquer coisa da vida, ele também tem seus desafios.

Embora seja uma grande tendência e promessa, ele é muito grande. Apesar da tecnologia de armazenamento de dados ter evoluído, a quantidade de dados está multiplicando de tamanho. As organizações se esforçam para acompanhar essa evolução de forma eficiente.

Mas somente armazenar dados não é o bastante. Eles devem ser úteis e isso depende de um processo de análise que demanda muito trabalho e atenção. Especialistas utilizam a maior parte do seu tempo no preparo dos dados, cerca de 50% a 80%.

A evolução do Big Data é constante e em ritmo acelerado. Cerca de alguns anos atrás o Apache Hadoop era a ferramenta mais utilizada para lidar com ele. Em seguida começou a utilizar o Spark, em 2014, contudo, hoje o ideal é a combinação das duas estruturas.

Porém o desafio maior das empresas e que não possui fim, é permanecerem atualizadas perante as inovações do Big Data.

Como Funciona o Big Data

Ele fornece informações novas que dão abertura para novos modelos e oportunidades de negócios.

Os primeiros passos para sua utilização englobam três ações principais:

 

1. Integração

Ele reúne dados vindos de diversos locais diferentes. Utilizar mecanismos tradicionais de integração de dados não são eficazes nesse processo. É preciso utilizar novas tecnologias e estratégias para analisar a grande quantidade de conjunto de dados em escala de terabytes ou chegando até mesmo em nível de petabytes.

Nesta etapa é realizada a inserção, processamento e verificação dos dados. Analisa-se se eles estão formatados adequadamente. Feito isso, estarão prontos para uso por parte dos analistas.

 

2. Gerenciamento

Esse grande volume de dados exige alta capacidade de armazenamento.

A solução pode estar na nuvem, fisicamente ou em ambos. A nuvem vem gradualmente obtendo popularidade por ser compatível com as necessidades tecnológicas atuais e além de permitir que os recursos sejam criados sobre demanda.

 

3. Análise

O grande investimento em Big Data é compensado quando você toma decisões com base na análise de dados. Para que isso ocorra, é preciso ter mais clareza dos conjuntos de dados e explorá-los para descobrir novas oportunidades.

Dessa forma, compartilhe suas descobertas com outros profissionais. Criar modelos de dados com o machine learnig e inteligência artificial trará grandes resultados. Conhecimento é poder, utilize seus dados a favor da sua empresa.

Utilizações do Big Data para sua empresa.

 

Está claro que se trata de um elemento-chave para sua organização, na melhoria de tomada de decisão, geração de valor e no aumento da competitividade.

Mas como pode ser utilizado para o crescimento das empresas?

 

Personalização de produtos e serviços

Ao ter poder de uma grande quantidade de informações, você também possui uma oportunidade única de entender a fundo os comportamentos, hábitos e motivações de seus consumidores.

Assim, torna-se possível desenvolver produtos e serviços personalizados de acordo com cada público-alvo identificado, ampliando o potencial de atratividade e satisfação dos clientes.

 

Monitoramento de Satisfação

Já imaginou a possibilidade de monitora tendências e padrões de satisfação em tempo real? Seja de colaboradores, clientes ou qualquer público interessado? Utilizando Big Data você pode.

Por meio dele é possível alinhar o planejamento estratégico da organização à evolução, de forma a aproveitar imediatamente as oportunidades para melhorar a compreensão holística do seu negócio.

Gestão de riscos

As análises de previsão complexas do Big Data permitem a antecipação das ameaças e problemas, admitindo a mitigação de riscos altamente eficiente. Ou seja, é como uma previsão máxima do futuro, podendo identificar qualquer obstáculo a tempo de não gerar nenhum impacto.

Com esse processo, a gestão de risco terá inúmeras mudanças.

 

Produtividade

Com a antecipação de situações futuras, é mais simples visualizar a realidade da empresa e adequar o processo produtivo. Fato que proporciona o crescimento da produtividade em diversos segmentos, uma vez que utilizam o conhecimento para investir no desempenho do negócio.

Conclusão

Considerado uma vantagem competitiva, permite que cada clique, post e interação digital seja registrado e analisado em tempo real.

Não há como mensurar o valor pois conforme o aumento da capacidade de processamento e inteligência artificial, se torna possível monitorar o comportamento de grandes grupos de pessoas.

 Há as questões de proteção de dados e privacidade, assim como leis para regulamentar essa questão. Contudo não há como negar o potencial de utilização do Big Data.